Induções digitais de segurança

Preparar antes da chegada. Registar a realização. Manter a evidência.

A indução de Segurança é uma etapa essencial na preparação de trabalhadores e prestadores de serviços antes da realização de determinadas atividades.

Mas, em muitas organizações, continua dependente de sessões presenciais, disponibilidade de técnicos, folhas de presença, documentos dispersos e repetição frequente das mesmas tarefas.

O GEDOC SafetyGo digitaliza este processo.

A organização disponibiliza os conteúdos definidos para a indução, o trabalhador realiza o percurso digital e responde à avaliação configurada.

A conclusão fica registada e pode produzir evidência utilizável nos restantes processos da organização.

Menos dependência de sessões presenciais. Mais autonomia, rastreabilidade e controlo sobre o processo.

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O desafio das induções tradicionais

Uma indução presencial pode funcionar adequadamente quando os grupos são estáveis, os trabalhadores chegam ao mesmo tempo e existe disponibilidade permanente da equipa de Segurança.

A realidade operacional nem sempre é essa.

Podem existir:

  • entradas frequentes de novos trabalhadores;

  • vários prestadores de serviços;

  • diferentes centros de trabalho;

  • equipas distribuídas geograficamente;

  • trabalhadores de diferentes nacionalidades;

  • necessidade de repetir conteúdos;

  • dificuldade em conciliar horários;

  • necessidade de demonstrar posteriormente quem realizou a indução.

Nestes contextos, a própria organização da indução pode consumir uma parte significativa do tempo das equipas HSE.

 

O que é o GEDOC SafetyGo

O GEDOC SafetyGo é uma solução digital para realização e acompanhamento de induções de Segurança e Ambiente.

Permite disponibilizar ao trabalhador conteúdos definidos pela organização, apresentar uma avaliação de conhecimentos e registar a conclusão do processo.

A solução pode ser utilizada de forma autónoma ou integrada com outros processos de Gestão Documental e homologação.

 

Conteúdos digitais

A organização define a informação que pretende transmitir aos trabalhadores antes da entrada ou início da atividade.

 

Avaliação de conhecimentos

Após a consulta dos conteúdos, o trabalhador pode responder a um questionário configurado de acordo com o processo definido.

 

Registo da realização

A conclusão da indução fica associada ao respetivo participante e ao contexto em que foi realizada.

 

Evidência organizada

A informação resultante do processo pode ser utilizada para demonstrar a realização da indução e apoiar auditorias, verificações internas ou outros processos.

 

Diferentes idiomas

Os conteúdos podem ser preparados em diferentes idiomas de acordo com as necessidades das equipas e da operação.

 

Como funciona

1. Definição do processo de indução

Começamos por compreender como a organização realiza atualmente a indução.

Analisamos:

  • quem necessita de realizar a indução;

  • em que momento deve ser realizada;

  • que conteúdos são necessários;

  • que centros ou atividades exigem conteúdos específicos;

  • que idiomas são necessários;

  • como será feita a avaliação;

  • que evidência deve resultar do processo.

A digitalização deve refletir o processo real da organização.

 

2. Preparação dos conteúdos

Os conteúdos fornecidos pelo cliente são estruturados para utilização digital.

Podem ser organizados por:

  • organização;

  • projeto;

  • centro de trabalho;

  • atividade;

  • tipo de prestador;

  • risco;

  • idioma;

  • outro critério relevante.

Isto permite evitar que todos os trabalhadores recebam necessariamente uma indução genérica e idêntica.

 

3. Configuração da avaliação

A organização pode definir questões destinadas a avaliar os conhecimentos apresentados durante a indução.

O questionário permite criar uma etapa de avaliação antes da conclusão do percurso.

 

4. Realização pelo trabalhador

O trabalhador recebe acesso à indução e pode realizar o processo digitalmente de acordo com as condições definidas pela organização.

Isto reduz a dependência de reunir simultaneamente trabalhadores e técnicos numa sessão presencial.

 

5. Registo da conclusão

Depois de concluído o processo nas condições configuradas, a realização fica registada.

A evidência pode incluir informação como participante, data, indução realizada e resultado da avaliação.

 

6. Utilização da evidência

A conclusão da indução pode posteriormente ser utilizada noutros processos da organização.

Quando existe Gestão Documental, por exemplo, o respetivo certificado ou evidência pode constituir um dos requisitos considerados no processo de homologação do trabalhador.

 

A indução pode começar antes da chegada

Uma das principais vantagens da digitalização é permitir que parte do processo seja realizada antes da chegada ao local de trabalho.

Em vez de concentrar todas as tarefas no momento da entrada:

Chegada → espera → indução → registo → início do processo operacional

a organização pode preparar antecipadamente o trabalhador:

Indução digital → avaliação → evidência → chegada preparada

Isto é particularmente relevante em operações com elevada rotatividade, múltiplos prestadores ou diferentes locais de trabalho.

 

Conteúdos adaptados à operação

Os riscos e procedimentos não são iguais em todas as organizações.

Uma instalação industrial tem necessidades diferentes de um parque eólico.

Um armazém não tem necessariamente os mesmos riscos de uma obra.

E diferentes atividades dentro do mesmo local podem justificar informação específica.

Por isso, a indução pode ser estruturada de acordo com o contexto definido pelo cliente, evitando depender exclusivamente de conteúdos demasiado genéricos.

 

Diferentes idiomas

Em operações internacionais ou com trabalhadores de diferentes nacionalidades, o idioma pode ser uma barreira significativa.

A disponibilização dos conteúdos em vários idiomas permite aproximar a informação dos diferentes grupos de trabalhadores.

A organização deve definir quais as versões linguísticas necessárias e garantir que os conteúdos traduzidos correspondem às mensagens de Segurança que pretende transmitir.

 

Evidência da realização

Uma das limitações dos processos manuais é a dificuldade em recuperar posteriormente informação consistente sobre a indução.

Quem realizou?

Quando?

Que indução foi apresentada?

Qual foi o resultado da avaliação?

O SafetyGo permite estruturar esta informação e manter um registo associado ao processo.

Isto facilita a consulta posterior e proporciona maior rastreabilidade.

 

SafetyGo + Gestão Documental

O SafetyGo pode funcionar como solução autónoma.

Mas pode também complementar um processo de Gestão Documental e homologação.

Nesse modelo, cada solução desempenha uma função distinta:

SafetyGo
Assegura a disponibilização da indução, a avaliação e o registo da conclusão.

Gestão Documental
Reúne a evidência da indução com os restantes requisitos documentais aplicáveis ao trabalhador.

Assim, a conclusão da indução pode passar a constituir um dos requisitos considerados no processo documental.

Esta arquitetura permite ligar preparação em Segurança e conformidade documental sem obrigar a que os dois processos sejam executados pela mesma aplicação.

 

SafetyGo + controlo de acessos

Quando a organização utiliza outros sistemas, podem também ser analisadas possibilidades de integração.

Por exemplo, o estado resultante de um processo de homologação que inclua a indução pode ser utilizado por um sistema de controlo de acessos, desde que exista uma integração técnica adequada.

Neste caso, não é o SafetyGo isoladamente que decide ou controla fisicamente a entrada.

A solução fornece uma das evidências que podem alimentar o processo de autorização definido pela organização.

 

O papel da AISP

A implementação do SafetyGo não consiste apenas em disponibilizar acesso à tecnologia.

A AISP pode apoiar:

  • análise do processo atual;

  • definição da arquitetura da indução;

  • organização dos conteúdos;

  • configuração das avaliações;

  • preparação dos idiomas;

  • testes;

  • formação;

  • apoio ao go-live;

  • administração da solução;

  • atualização de conteúdos;

  • suporte aos utilizadores.

O objetivo é adaptar o serviço ao processo real da organização.

 

Reduzir o esforço das equipas HSE

Digitalizar a indução permite retirar às equipas técnicas parte das tarefas repetitivas associadas à organização de sessões presenciais.

O tempo especializado pode ser direcionado para atividades onde a intervenção técnica acrescenta maior valor.

A indução digital não substitui todas as ações de Segurança nem elimina a necessidade de contacto presencial quando este é necessário.

Permite, isso sim, utilizar a tecnologia para executar de forma mais eficiente as etapas que podem ser digitalizadas.

 

Um processo que pode evoluir

Novos centros, atividades, riscos ou requisitos podem exigir alterações à indução.

Os conteúdos e avaliações devem, por isso, acompanhar a evolução da organização.

A AISP pode continuar a apoiar a administração e atualização da solução depois da entrada em produção.

 

SafetyGo como solução autónoma

Uma organização não necessita de implementar uma plataforma completa de Gestão Documental para utilizar o SafetyGo.

A solução pode ser implementada especificamente para digitalizar o processo de indução de Segurança e Ambiente.

Posteriormente, se existir necessidade, pode ser relacionada com outros processos digitais da organização.

 

Pretende digitalizar as suas induções de Segurança?

Mostre-nos como realiza atualmente as induções, quantos trabalhadores e centros estão envolvidos e quais os principais constrangimentos do processo.

Analisamos consigo a estrutura necessária e configuramos o SafetyGo de acordo com a realidade da sua operação.

 

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