Um trabalhador pode estar conforme num projeto e não conforme noutro
Saiba porque um trabalhador conforme num projeto pode não o estar noutro, consoante o cliente, o local, a atividade ou o risco.
A gestão documental na construção assegura que todas as empresas, trabalhadores e equipamentos presentes num estaleiro cumprem os requisitos legais e contratuais antes de entrarem em obra. Além disso, abrange a recolha, a validação e o acompanhamento de documentos em toda a cadeia de subempreitadas, com registo de quem aprovou o quê e quando.
Numa obra, a documentação muda todos os dias: entram novas subempreitadas, rodam trabalhadores e chegam máquinas de aluguer. Por isso, a coordenação de segurança precisa de informação atual, e não de pastas que só se atualizam na véspera de uma visita. Em seguida, explicamos o que se controla, onde estão os riscos e como uma plataforma, com apoio especializado, simplifica o processo.
O dono da obra, a entidade executante e os subempreiteiros partilham responsabilidades, mas raramente partilham a mesma informação. Os sinais mais comuns são:
Leia também porque cada obra pode ter requisitos diferentes e o que isso exige da plataforma.
O Decreto-Lei n.º 273/2003 estabelece as regras de segurança e saúde nos estaleiros temporários ou móveis. Entre outros aspetos, prevê o plano de segurança e saúde, a coordenação de segurança em projeto e em obra, bem como a comunicação prévia e as fichas de procedimentos de segurança.
O coordenador de segurança em obra precisa de saber, a cada momento, que empresas e trabalhadores estão no estaleiro e se cumprem o plano. Uma plataforma digital não substitui esta responsabilidade, mas torna-a verificável. Veja, por exemplo, como as plataformas apoiam a coordenação de segurança. Para enquadramento geral, consulte igualmente a Autoridade para as Condições do Trabalho.
Os requisitos concretos dependem da obra e das atividades previstas, mas, em geral, organizam-se em três níveis.
Consulte também o guia sobre inspeções de máquinas e equipamentos.
A AISP implementa a plataforma da Glartek, uma solução HSE configurável, com inteligência artificial integrada e preparada para integrar com outros sistemas. Em obra, isso traduz-se principalmente em:
Saiba mais sobre a subcontratação sem perder controlo, mesmo quando a cadeia tem vários níveis.
Numa obra de média dimensão, a entidade executante contrata uma empresa de cofragens, que por sua vez subcontrata mão de obra a outra empresa. No entanto, a coordenação de segurança precisa de ambas conformes antes do início dos trabalhos.
Em primeiro lugar, a empresa contratada regista o subempreiteiro na plataforma e a ligação fica visível. Em seguida, as duas empresas carregam a documentação exigida para aquela obra. A equipa de validação analisa cada documento e devolve os rejeitados com o motivo, enquanto o diretor de obra acompanha o progresso.
Quando tudo fica conforme, os trabalhadores recebem a indução digital e a credencial de acesso. Sempre que uma ficha de aptidão caduca, o trabalhador sai da lista da portaria. Assim, a gestão documental na construção deixa de descobrir falhas apenas durante as visitas ao estaleiro.
Com mais de 20 anos em gestão documental e HSE, a AISP apoia donos de obra, empreiteiros gerais e coordenadores de segurança:
Fale com a nossa equipa e veja como preparar a próxima obra com subempreitadas controladas desde o primeiro dia.
Em geral, exige documentos da empresa (habilitação, certidões, seguros, adesão ao plano de segurança e saúde), do trabalhador (identificação, apólice, ficha de aptidão médica, formações) e do equipamento (declarações de conformidade, verificações, seguros). Os requisitos concretos dependem da obra, do dono da obra e das atividades previstas.
A plataforma associa cada subempreiteiro à empresa que o contratou e aplica-lhe os requisitos da obra. Assim, a entidade executante e a coordenação de segurança veem toda a cadeia, nível a nível. Desse modo, nenhuma empresa entra em obra sem documentação validada, mesmo quando não tem relação contratual direta com o dono da obra.
Não, porque a coordenação de segurança é uma função prevista no Decreto-Lei n.º 273/2003 e quem a exerce continua a responder por ela. A plataforma dá-lhe informação atual sobre empresas, trabalhadores e equipamentos, bem como alertas e histórico. Desse modo, o coordenador dedica mais tempo ao terreno e menos tempo a procurar documentos.
Sim, a documentação de uma empresa entra uma vez e pode servir várias obras, enquanto os requisitos específicos de cada obra se aplicam por cima. Como resultado, reduz pedidos repetidos aos subempreiteiros e dá ao dono de obra uma visão consolidada da conformidade em todas as empreitadas em curso.
Sim, a AISP disponibiliza uma equipa que analisa a documentação de acordo com os requisitos de cada obra, comunica rejeições com o motivo e acompanha as validades. O serviço ajusta-se ao volume de trabalho, por isso responde bem aos picos de mobilização típicos do arranque de uma obra.
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Da mesma forma, esta abordagem adapta-se a outras operações com exigências próprias. Conheça a gestão documental HSE para energias renováveis, indústria, logística e portos e oil & gas e química.
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