Em maio de 2026, a AISP renovou o compromisso de continuar a disponibilizar, sem custos adicionais, formação aos utilizadores das plataformas HSE e de Gestão Documental implementadas pela sua equipa técnica.
Esta decisão resulta da experiência acumulada nos projetos acompanhados pela AISP e dos indicadores recolhidos ao longo das implementações. A conclusão continua a ser clara: o sucesso de uma plataforma digital não depende apenas da qualidade da tecnologia ou da configuração realizada. Depende, em grande medida, da capacidade das pessoas para compreenderem a solução, integrarem-na nas suas rotinas e utilizarem-na com confiança.
A adoção começa nas pessoas
Uma plataforma pode estar corretamente parametrizada, responder aos requisitos da organização e disponibilizar todas as funcionalidades necessárias. No entanto, se os utilizadores considerarem a sua utilização difícil ou não compreenderem a lógica dos processos que estão a executar, é natural que surjam resistências, erros, utilização parcial das funcionalidades ou até a manutenção de processos paralelos em folhas de cálculo, emails e outros sistemas.
Para a AISP, quebrar esta barreira inicial de utilização é uma parte fundamental de qualquer projeto de transformação digital.
É precisamente por essa razão que a formação não é encarada como um serviço complementar à implementação. Faz parte do próprio investimento realizado para garantir o sucesso do projeto.
Formação adaptada aos processos reais
Quando a AISP implementa uma plataforma HSE ou de Gestão Documental, a formação é preparada em função da configuração realizada e das tarefas que cada perfil de utilizador terá efetivamente de desempenhar.
O objetivo não é apresentar todas as possibilidades tecnológicas da solução, mas garantir que as pessoas compreendem aquilo que precisam de fazer, por que razão o fazem e qual o impacto das suas ações no processo.
Esta abordagem é particularmente relevante em Gestão Documental e HSE, onde uma decisão tomada na plataforma pode ter consequências diretas na operação.
Um documento rejeitado pode impedir a homologação de um prestador. Uma qualificação em falta pode condicionar a entrada de um trabalhador. Uma pendência pode impedir a utilização de um equipamento ou o início de determinada atividade.
Compreender o processo é, por isso, tão importante como saber utilizar a ferramenta.
Mais autonomia para as equipas
A experiência da AISP demonstra também que uma formação adequada aumenta a autonomia dos utilizadores.
Quando as equipas dominam os processos e compreendem a lógica da plataforma, diminui a dependência de apoio para tarefas básicas e aumenta a capacidade da própria organização para gerir a solução no dia a dia.
Isto permite igualmente que o apoio técnico se concentre em questões de maior valor, como a evolução dos processos, novas configurações, integrações, automatizações ou alterações resultantes do crescimento da organização.
A formação deixa, assim, de ser apenas uma etapa inicial do projeto e passa a contribuir diretamente para a sustentabilidade da implementação ao longo do tempo.
Entrar em produção não significa concluir a implementação
A AISP considera que uma implementação não deve ser avaliada apenas pelo momento em que a plataforma entra em produção.
Configurar campos, criar workflows, migrar informação ou disponibilizar acessos são etapas essenciais, mas não garantem, por si só, o sucesso do projeto.
Uma solução começa verdadeiramente a gerar valor quando passa a fazer parte dos processos reais das equipas e quando os utilizadores conseguem trabalhar com ela de forma natural, correta e autónoma.
É por isso que a adoção deve ser considerada um dos indicadores de sucesso de uma implementação.
Formação como parte do investimento no projeto
Ao manter em 2026 a formação gratuita associada às plataformas implementadas pela sua equipa técnica, a AISP reforça uma opção que tem acompanhado o seu modelo de serviço:
tecnologia, implementação e capacitação dos utilizadores fazem parte do mesmo projeto.
Não basta disponibilizar uma plataforma.
É necessário garantir que as pessoas conseguem utilizá-la, compreender os processos e retirar dela o valor esperado.
Na AISP, consideramos a formação parte do investimento no sucesso da implementação não um custo adicional para o cliente.